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Data: 23/03/2011    Postado às 08h58

Olavo Calheiros afirma que casos de violência são “a mais triste epidemia” vivenciada por Alagoas

Por: Assessoria
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O tema violência voltou a ser debatido em plenário durante a sessão ordinária desta terça-feira, 22, na Assembleia Legislativa. O assunto veio à tribuna da Casa através do deputado Olavo Calheiros (PMDB), que tratou a questão como “a mais triste epidemia” vivenciada por Alagoas. “Refiro-me à epidemia, pois segundo a Organização Mundial de Saúde taxas de mais de 10 homicídios para cada 100 mil habitantes já são consideradas epidêmicas”, argumentou o parlamentar.
 
Calheiros voltou a criticar o governo do Estado e disse que durante os primeiros quatro anos de mandato de Teotonio Vilela Filho o número de assassinatos superou os últimos oito anos de gestões anteriores. “De 1999 a 2006, oito anos portanto, foram assassinadas 8.004 pessoas no Estado. E de 2007 a 2010, período do governo Teotonio Vilela, assassinaram 8.127 pessoas. Portanto, nos quatro anos desse governo, se matou mais do que nos últimos oito anos de gestões anteriores”, afirmou o peemedebista, que integra a bancada de oposição ao governo.

Durante o discurso, Calheiros apresentou dados mostrando que o Estado alcança o índice de 71,3 homicídios para cada 100 mil habitantes. De acordo com ele, essa é a mais alta taxa de violência alcançada por um estado brasileiro. “E mais, o estado de Alagoas supera os índices do país mais violento do mundo, El Salvador, onde a taxa exata é de 71 homicídios para cada 100 mil habitantes”, informou.

“Isso significa dizer que nós, cidadãos alagoanos, não apenas vivemos no estado mais violento do Brasil. Estamos vivendo também na comunidade mais violenta do mundo”, comparou Olavo Calheiros. Ao encerrar seu pronunciamento, o deputado apresentou dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), demostrando que os índices de criminalidade podem ser reduzidos, em até 70%, com políticas efetivas de controle da violência, aliadas a investimentos na contratação e capacitação do efetivo policial. “No nosso caso, dos 8.127 assassinatos durante o governo Teotonio Vilela, quase seis mil vidas poderiam ter sido poupadas”, declarou Calheiros.

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