MuriciNet

Home
Últimas Notícias
Localização
Anuncie
Contato

Canais > PoliticaRSS desta categoria

Data: 11/05/2011    Postado às 10h13

Na Laje, sessão na Câmara vira “pé de cobra” nos últimos dias

Por: Ivan Nunes/ Blog A palavra
Versão para impressão
Envie para um amigo
Tamanho da Fonte: ReduzirAumentar

O prefeito Márcio Lyra, o Dudui, do município de São José da laje, considerou como “inaceitável” a maneira como a bancada de oposição ao seu governo vem tratando a questão da CEI e do processo de expulsão dos vereadores Juvenal das Neves, Rosalino Silva e Eugênio Lyra.

 

“O caminho que foi traçado por aquele poder não condiz a realidade jurídica. Tá tudo errado, como pode suplentes com direito a voto e ainda mais para cassar mandato de quem está em atividade, foi eleito pelo povo. Só se cassa prefeito, vereador são outros quinhentos”, defendeu Dudui.

 

“Ontem, estava prevista a realização de mais uma sessão ordinária. Não teve. A motivação não foi dada a imprensa pela mesa diretora,  e ao povo acostumados as sessões viu mais uma vez a ausência dos vereadores na casa. ”Isso feri o regimento interno da casa e estão sujeitos a não receberem pelas sessões não trabalhadas”, disse um especialista no assunto.

 

Para entender o caso sobre a queda de braço entre o prefeito Márcio Lyra, o Dudui, contra Rico Valença, presidente da Câmara de vereadores de São José da Laje; Marcos do hospital, Neci Vieira e Douglas Bengo é necessário notar o que está por trás disso.

 

A época, João da Galinha, que virou governista; se juntou com Rico Valença, Douglas Bengo, Neci Vieira e Marcos do hospital e instituiram  uma Comissão Especial de Inquérito(CEI) objetivando arregimentar provas para robustecer denúncias de irregularidades na secretaria municipal de educação. Um paiol de queixas contra a viúva foram levantadas, mas faltavam-lhes provas, documentos.

 

Mesmo com a aprovação da CEI, os vereadores de oposição não se articularam o suficiente para seguir o step by step necessário, e daí desandaram a impetrar documentos e pedidos na Justiça sempre faltando alguma informação jurídica, alguns, sem a devida procedência.

 

O que o MP pôde fazer, fez; a ponto de pronunciar os vereadores Rosalino, Eugênio e Juvenal Neves por falsidade ideológica etc e tal. Numa dessas ações redundou num “volta” tá faltando isso e aquilo e a ação tem que ser protocolada via advogado. Lá vem o andor de volta pra sala de Rico Valença, que virou quartel general de tudo.

 

Chama a atenção dos observadores a ação de uma mão só, oriunda da Procuradoria Geral da Câmara de Vereadores que virou banca para apenas acusar e não defender a todos os licurgos. Pode, isso? “Não queremos que a procurador haja como diana de pastoril, mas exerça a sua função de forma imparcial que é o de defender a casa como um todo, e eu sou membro da casa”, disse Eugênio Lyra ao blog.

 

Como se não bastasse toda essa trapalhada, o Legislativo Lajense trava agora uma luta contra o ócio político; ontem contabilizou-se a quarta sessão que ninguém se reuniu no plenário reformado a peso de ouro da Câmara de São José da Laje para discutir no mínimo o óbvio e o ululante.

 

Resta o bom senso nesse serpetário e o reordenamento dos trabalhos por parte da presidência que só pensa no duodécimo e nada mais. E o pior: o seu comando sofre  da péssima influencia de parentes até terceiro grau.

Mande seu comentário
Seja o primeiro a comentar!

Sem comentários!

Redes Sociais